Cinquenta Tons de Cinza e A História de O

Você é fã de Cinquenta Tons de Cinza? Achou toda a escrita da autora de fan fiction caliente e totalmente ousada? Bom, não te julgo, mas preciso de contar uma coisa: aquilo não é sadomasoquismo ou uma narrativa bem escrita. E não me venha falar que literatura erótica não pode ter personagens bens construídos ou narrativa descente.

Tudo começou com a febre desta trilogia – li uns parágrafos e achei bem… blé. Então, fui pesquisar um pouco sobre este tipo de literatura – o pouco que conhecia era por conta da minha amiga que dividiu apartamento comigo na época da faculdade e que colecionava HQs eróticas – por isso, Guido Crepax é um ilustrador italiano que tenho conhecimento. E foi assim que descobri “A história de O”, de Pauline Réage – que possui uma graphic novel de Guido Crepax e WOW. Se você acha que Cinquenta Tons de Cinza é forte e literatura masoquista, por favor, não leia A história de O. É bem mais real – ou seja, bem menos divertido para quem não gosta deste tipo de relacionamento. Não terminei ainda de ler, mas dá de dez a zero em qual livro dos tons.

Se quer uma prévia, leia aqui o capítulo 01.

 

Literatura Erótica e Anaïs Nin

E neste tema eu fui além: quis descobrir mais sobre esta autora tão falada: Anaïs Nin. Pelas resenhas e críticas sobre seus livros e seus diários publicados após sua morte, cheguei a conclusão que preciso ter a mente aberta para ler uma avalanche de emoções e situações agradáveis e talvez desagradáveis (tipo a história de O, que dei aquela pausa estratégica por não ser assim tãããão mente aberta). Um dos diários com o título Incesto trata da relação que ela tem depois de uns anos com seu pai. Ou seja, temáticas meio hardcore, mas vou encarar em algum momento deste ano.

 

anais_nin

 

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