Aee, primeiro livro de março: check!

As três coisas que eu mais li neste livro “preciso acabar logo com o tempo separados”, “o lugar ruim” e “estou praticando ser gentil em vez de ter razão”. Ah, e também que o personagem principal não gosta de pessoas que não olham o lado bom da vida.

Classificação: 4 de 5.

Posso contar? Gostei mais do livro que do filme. No livro não tem aquela parte mimimizenta e sentimental entre Pat e Tiffany. Quer dizer, tem lá um lance, mas não é como o filme… gostei bem mais da forma que foi conduzido no livro, tudo, inclusive a negação eterna do Pat em estar separado definitivamente de Nikki, sua ex-mulher, porque algo muito ruim aconteceu e ele foi parar em uma clínica psiquiátrica por algum tempo.

Para quem não sabe, a história é do Pat que eu contei aí em cima, quando ele volta para a casa dos pais, onde tem que lidar com o fato do pai não conversar direito com ele (a não ser que seja durante os jogos do seu time), e que a vida continuou enquanto ele esteve internado. O melhor amigo apresenta ele à Tiffany, que perdeu seu marido recentemente, e os dois, do jeito estranho e deprimente por estarem mentalmente instáveis acabam nos mostrando o dia a dia de quem precisa superar perdas e (ele precisa muito) a música Songbird do Kenny G.

Gostei da narrativa do Matthew Quick e estou pensando seriamente em ler o Perdão, Leonard Peacock (a capa fica me chamando nas livrarias). 

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