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Avaliação: 3,5/5

E chegamos ao terceiro livro da série “A Seleção”. (pode ler minha opinião sobre os dois primeiros livros aqui).

Gostei. Mas não amei.

Terminamos o segundo livro com uma reviravolta, e chegamos o terceiro e último pensando como é que desenrolaria a história a favor de America e Maxon. Como desde o primeiro livro, America guarda um segredo em forma de guarda (Aspen), vocês já podem imaginar o que acontece em algum momento da história: Kiera Cass usou a fórmula do “nunca guarde um segredo tenso do potencial amor da sua vida, pois isso vai se voltar contra você em um momento da história, fazendo os leitores sofrerem junto). Fora isso, temos no decorrer da história aquela indecisão de quero Maxon ou quero Aspen ainda – mesmo porque, Maxon agora é um tanto quanto indeciso, e faz joguinhos… preguiça.

Os episódios entre as meninas até eram engraçados e descontraídos. A fúria do rei com as atitudes de America foram até que poucas, mas se houvessem mais, ele pareceria um velho chiliquento.

Sobre a “distopia”: eu até gostei da explicação que deram para diferenciar os rebeldes do norte (os dos livros) com os do sul (os que matam). Não foi realmente o foco do livro este tema, o que realmente era de se esperar já avaliando os títulos e as sinopses, mas ao final entendemos porque ela existe e faz um pano de fundo adequado para toda a história, da forma que foi construída.

Como os outros dois livros, a leitura foi tranquila e rápida. Vale a pena, se você quer uma história para distrair a mente um pouquinho.

 

 

 

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