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Avaliação: 1/5

Este é o primeiro livro da trilogia “O Legado de Syrena”. Comprei pela capa e por ler dentro dela algo que dava a entender que envolveria mitologia.

Mas não gostei do livro.

Sinopse: Além da beleza fora do comum, com seu cabelo quase branco e seus olhos cor de violeta, Emma chama a atenção por ser um pouco desajeitada. Ela não se sente muito à vontade em lugar nenhum… e não sabe que sua misteriosa origem é a fonte dessa sensação. Galen, príncipe dos Syrenas, vasculha a terra procurando uma garota especial, capaz de se comunicar com os peixes — e que poderá salvar seu reino. Quando ele se encontra com Emma, a conexão é imediata: embora não saiba, Emma parece ter o dom que Galen procura. Mas, então, por que ela não conseguiu salvar sua melhor amiga do ataque do tubarão? Cabe ao príncipe convencer a teimosa Emma a enfrentar sua real natureza e aceitar o desafio. E nada pode impedi-lo de alcançar seu objetivo.

Ok, lida a sinopse, você começa a ler o livro, rola aquele mistério sobre o que são essas pessoas especiais… e você descobre que os Syrenas são sereias. Puff, meu mundo caiu na decepção.

Não só por isso, mas porque achei a narrativa bem fraca, com diálogos que te confundem. O romance surgiu como um coelho surge de uma cartola, depois de muitos pensamentos irritantes que presenciamos dentro da cabecinha da Emma. Os capítulos se revezam entre a visão de Emma e Gallen, e a autora não conseguiu fazer isso de forma legal.

Fora que tudo é muito arrastado e as atitudes dos personagens superficiais, ao ponto que o desfecho aparece muito rápido (apesar da lentidão e arrastamento dos acontecimentos).

Coisa irritante: “Aiminhanossa” – bordão da protagonista, que aparece zilhões de vezes nas falas (escrito assim juntinho mesmo).

 

Não vou ler os outros.

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