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A Mara Dyer é bem loucona. No primeiro livro, A Desconstrução de Mara Dyer, a gente a vê brincando com tábua de Ouija. Não contente, ela e seus amiguinhos decidem brincar de filme de terror e entram em um hospital abandonado e mal assombrado. De repente, ela se vê usando poder da mente para coisas do mal. Assombração, delírio, esquizofrenia… livrinho tenso!

No segundo livro, a gente vê que a Evolução de Mara Dyer. Foi internada após passar por poucas e boas, mas todos acham que ela tá é muito louca, tudo por conta do trauma que passou no primeiro livro. A gente começa a entender melhor o que pode estar rolando na vida dela, mas mesmo assim, loucura pouca é bobagem!! Final tenso demais (e falta de uma revisão legal da versão traduzida) me fez comprar o último livro em inglês mesmo. Yes, não é um leitura difícil em inglês.

Na retribuição de Mara Dyer, a gente começa a entender a história da bonequinha dela e dos flashes do “passado”, além de entender um pouco da história do pessoal que está a volta dela. Continua tenso (tem cenas BEEM tensas, urgh!).

Uma listinha das coisas que temos nessa trilogia de Mara Dyer:

– Mortos que não estão mortos, mas deveriam estar (ou vivos e sem as mãos).

– Mortos que estão vivos e são totalmente psicopatas (e deveriam estar mortos e não procurando um jeito de reviver irmãs por meio de vivas que ele gostaria de ver mortas)

– Vivos que conseguem mentalizar coisas boas e ruins – mas só um dos pensamentos se tornam realidade

– Memória genética

– Lugares mal assombrados que desmoronam

– Claro, ex-namorado louco

– Óbvio, novo namorado totalmente sensacional, lindo, misterioso e que faz com que a protagonista tenha borboletinhas no estômago

– Coisas sobrenaturais, mas que talvez não sejam

– Médica louca

– Final decente

 

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