Toda mulher quer um homem que se apaixone pela sua alma da mesma forma que se apaixona pela sua aparência.

Já pensou ter um emprego aonde você precisa monitorar e ler os e-mails das pessoas do seu trabalho, para mandar advertências quando eles tiverem usando para assuntos pessoais e não profissionais?

Resolvi começar o ano lendo um segundo livro da Rainbow Rowell (a autora me conquistou com Eleanor & Park em 2014).  E o livro foi uma leitura legal.

Avaliação: 3,5 de 5.

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Lincoln quando se candidatou à vaga de segurança da internet de um jornal da região, achou que iria construir firewalls e a preocupação seriam hackers e não se as pessoas estavam usando os e-mails para falar da vida pessoal. O trabalho era em horário horrível, ele ainda estava na sua cidade natal – depois de ter seguido sua namorada do colégio para a mesma cidade que foi fazer faculdade e se dar mal – e a única coisa interessante na vida dele era pensar em voltar a estudar – fazer o enésimo mestrado.

O que ele não sabia e que a vida de duas funcionários do jornal acabaria se tornando tão interessante – e que ele se tornaria uma espécie de voyer, já que deixou de dar advertência para as duas, para poder se distrair e se divertir lendo os causos enviados via e-mail.

Ponto alto:

A evolução que vemos na vida de Lincoln por conta deste ‘convívio’ com os e-mails de Beth e Jennifer, sabendo que Beth acha ele um Cara Fofo.

Ponto baixo:

A mãe dele com essa coisa de querer ser a única mulher da vida dele, que realmente o ama.

Deu pra rir:

Rainbow em seus livros tem seus personagens nerdinhos – Lincoln é meio ‘virjão’ e joga Dungeons & Dragons – e suas reuniões com o grupo – principalmente quando ele resolve ir de vez em quando – são engraçadas.

A forma de capítulos que se mesclam com os e-mails trocados e os acontecimentos em narrativas cai bem na história. Recomendo a leitura.

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