A primeira vez que li algo sobre o livro, ele chama Where the rainbow ends e teve uma publicação no Brasil até com o nome Onde Terminam os arco-íris. Daí, no Estados Unidos, resolveram chamar de Love, Rosie (e o filme também). Resultado? Uma cabeça ruiva completamente confusa que começou a ler Simplesmente Acontece e só depois se ligou que era tudo o mesmo livro!!

Avaliação: 3 de 5.

FIlme Simplesmente Acontece

 

Ex-namoradas são facilmente esquecidas. Melhores amigos ficam para sempre.

 

Ah, Cecelia Ahern! Eu preciso depois fazer um post sobre ela, pois essa mulher foi responsável por P.S. Eu te amo e Se você me visse agora (entre 3294590450 mil outros, mas esse último é uma história mega blaster foda que eu morri de chorar – tanto que acabei nem escrevo resenha deste livro).

Você sabe cativar seu leitor. Mas neste livro… ah, você deu uma exagerada, não é mesmo?

Explico: o livro é contato através de cartas, e-mails e mensagens instantâneas (do tipo skype, messenger, whatsapp). É uma boa dinâmica, principalmente quando em algum momento tem aquela gafe clássica de falar coisa do crush no chat do crush e não da amiga… mas tudo tem seu limite.

Vamos lá: a história de Rosie e Alex, melhores amigos desde infância que acabam passando por uma fase de separação física quando Alex precisa acompanhar os pais de Dublin para Boston. No entanto, esta distância não perduraria para sempre: tudo estava lindamente planejado para dar certo quando os dois fossem para a faculdade, pois Rosie faria também em Boston. Mas, o destino é um brincalhão e, pelo simples detalhe de Alex não ter conseguido aparecer no baile de formatura em Dublin para levar Rosie à festa fez com que o destino dos dois continuasse os deixando cada um em um continente. É legal a história, você vai se envolvendo, mas chega uma hora que simplesmente cansa!!! Não cansa porque a história é ruim – cansa porque tem muitos detalhes de coisas que não precisariam estar ali para que todo o enredo andasse. Cecelia poderia ter tirado umas 90 páginas ali de cartas da Rosie para sua irmã e etc, ou reduzido 15 páginas de carta para duas ou três. (minha opinião).

Mas o que importa? É que depois de tantos desencontros, pessoas escrotas no caminho dos dois, briguinhas bestas e toda aquela vida acontecendo para atrapalhar uma amizade que desde sempre é amor, as coisas parecem que andam e temos um final legal.

Obrigada, Cecelia Ahern – mesmo que tenha sido uma overdose de informações inacabáveis em algum momento do enredo.

Anúncios